Esbarrei com uma frase dita no filme Do Além (1986), dita pelo personagem Edward Pretorius, que me passou muito a vibe de Hellraiser (1987):
"O maior prazer sensual que existe é conhecer o desejo de outra mente."
MWXS
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Esbarrei com uma frase dita no filme Do Além (1986), dita pelo personagem Edward Pretorius, que me passou muito a vibe de Hellraiser (1987):
"O maior prazer sensual que existe é conhecer o desejo de outra mente."
MWXS
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O problema do Oliver em Invencível é o mesmo do Coisa na Marvel Comics: isoladamente ambos são incrivelmente poderosos, mas acabam tendo o azar de enfrentar só personagens mais legais que eles. Daí nunca conseguem ter o protagonismo necessário para vencer uma briga de vera! Resultado: só apanham! Alô, Kuririn! ^^
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Saudações joviais, 3d6 leitores!
Estas últimas semanas marcaram algo interessante: voltei a me interessar por séries tokusatsu. Digo, não vou dizer que esse tipo de show saiu totalmente do meu radar por estes anos, sempre guardei um interesse e certo carinho pelos programas, mas infelizmente a sensação de que o público brasileiro estava condenado à nostalgia em relação ao que foi exibido durante os anos 80 e 90 afastou meu interesse com o passar dos anos.
Eu gostaria de ver as novidades! No entanto, sempre que esbarrava com produções mais recentes, parecia algo requentado, já com alguns anos de atraso em relação ao que estava sendo exibido no Japão.
Foi aí que Gavan Infinity entrou no meu radar: a Sato Company, através de seu canal no Youtube dedicado às produções do gênero, começou a exibir Gavan Infinity e Kamen Rider Zeztz em simulcast! Devo dizer que poder assistir as produções quentinhas, saindo do forno, renovou meu interesse pelo gênero!
GAVAN INFINITY: EPISÓDIO 11
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| Imagem: TokuSato |
O episódio 11 não perdeu esse ritmo, os personagens e atores seguem entregando carisma!
Outra coisa legal que eu estou gostando é sobre como o multiverso está sendo mostrado na série: parece que o Infinity está interagindo com outros gavan que bem poderiam ter suas próprias séries de TV! No episódio 11 especificamente, o Infinity parece que invadiu o episódio final de Gavan Raya, com direito de vermos vislumbres de seu próprio combate final da pedreira da Toei! Hahaha! Gostei demais!
Infelizmente, os efeitos em computação gráfica permanecem como o ponto fraco do show e, devo dizer, o designer dos robôs parece ter saído da produção dos filmes de Transformers do Michael Bay! Não dá para entender nada e tudo é bem esquecível!
Neste ponto a série alcançou algo que vinha me incomodando mas somente agora conseguiu fazser com que de fato eu manifestasse minha opinião a respeito: geralmente as produções japonesas costumam retratar pessoas queer de maneira questionável. Até então a série tinha inserido personagens com essas características de forma "discreta" (para os padrões japoneses), mas como de costume, esdrúxula. O epísódio 11, no entanto, traz não essa caricatura, mas também certa vilanização desse tipo de personagem!
Gente! 2026! Não rola mais essas paradas, né?
Algumas pessoas podem apontar que esse tipo de retrato seja uma caractetística da cultura japonesa, MAS este bode que lhes escreve há muito tempo acha que o ocidente está mais do que atrasado em problematizar estas questões "pacificadas" na cultura pop japonesa. O mundo é globalizado, não dá mais para as produções nipônicas usarem essa desculpa esfarrapada, como se não estivessem inseridas num contexto cultural muito maior.
No mais, tirando os cascudos, devo dizer que a cena final desse episódio me tirou uma boa gargalhada! No final das contas o tom pueril do show, junto do formato episódico, são parte do que me atraiu novamente para o tokusatsu atual! Um ótimo passatempo para uma manhã de domingo!
Sigo assistindo!
PS: devo dizer que tokusatsu sempre foi um gênero que me cativou sobre a ideia de jogar RPG usando suas idiossincrasias num cenário de campanha!
MWXS
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Então chegamos em 2026, onde meu hiperfoco está mirando em jogos de mesa baseados nesse tema, especificamente, Car Wars e Gaslands!
Gerações mais recentes podem ter tido mais contato com o filme Corrida Mortal (Death Race, uma releitura do original, feita em 2008) ou suas sequências menos primorosas... apresentando vários elementos distintos do filme original, como a ilha prisão onde o show é realizado, a estrutura de corrida em circuito e as placas de ativação de armas!
São elementos que adicionam uma iconografia única ao filme e que eu adorei! Isto dito, claro que eu não iria perder a chance de usar como desculpa para exercitar o desenho e dedicar um pouco de tempo pro trabalho artesanal de imprimir, colar e recortar, para me desligar um pouco das telas. A saúde agradece!
O resultado foi um arquivo com os marcadores das placas de ativação, apresentados em duas escalas para jogos, tanto para uso em Gaslands ou edições mais recentes de Car Wars (5e e 6e) quanto para Car Wars Classic!
A proposta de uso dos marcadores segue o que é mostrado no filme: os veículos iniciam a prova com os sistemas de armas desativados. As placas de ativação estão espalhadas através do circuito, mas permanecem desativadas até que o primeiro veículo ultrapasse a linha de chegada ao completar a primeira volta. A partir daí, o veículo que passar sobre um dos marcadores terá seus sistemas ofensivos (metralhadoras, lança foguetes, canhões laser, etc) ativados ao pasar sobre a placa sword, enquanto passar sobre a placa shield ativará os sistemas defensivos (lançadores de minas explosivas, cravos, óleo, fumaça, etc). Passar sobre a placa death head ativará uma armadilha: uma plataforma feita de concreto e metal sob a pista surge diante do veículo que ativoiu a death head, um obstáculo que quase sempre provoca uma colisão mortal!
O arquivo em pdf pode ser baixado gratuitamente através deste link AQUI.
No mais, bons ventos!
Dirijam ofensivamente!
Saudações joviais, 3d6 leitores!
No blogpost de hoje lhes trago os relatos do autoduelo que aconteceu neste sábado-feira, entre os pilotos Blodia (pilotando um killer kart) e Arkanone (pilotando um shrimp), numa partida do jogo Car Wars 5e!
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ARKANONE (SHRIMP) CONTRA BLODIA (KILLER KART)
Partida jogada em 4 de abril de 2026
Observação: a arena foi construída com uma área de 3' x 3', com um obstáculo central de 6" x 1" que impede linha de visão e não pode ser destruído.
Depois de uma troca de disparos iniciais, onde nenhum dos pilotos conseguiu causar dano em seus alvos, Blodia (verde) evitou um confronto direto procurando proteção sob o muro central da arena. Deixando Arkanone (rosa) ao encargo da perseguição.
Para dificultar a perseguição, Blodia largou a primeira mina de fragmentação na arena!
Arkanone descidiu aproveitar a posição defensiva de Blodia, contornando a mina explosiva e acelerando seu veículo para se impor rapidamente sobre o adversário.
Blodia conseguiu manobrar com astúcia, deixando uma segunda mina de fragmentação na arena e obrigando Arkanone realizar uma manobra que acabou fazendo com que colidisse contra o muro externo da arena! O shrimp sofreu pesados 22 pontos de dano em sua armadura dianteira!
Blodia disparou na frente, percebendo que poderia se aproveitar de uma troca de disparos frontais, com a armadura do shrimp severamente danificada.
Arkanone manobrou com dificuldade, desacelerando o shrimp para evitar mais colisões
Blodia liberou outra mina de fragmentação, reduzindo as opções para que Arkanone fugisse de um confronto frontal.
Blodia conseguiu armar a justa de metal contra metal! Arkanone disparou seus micro-mísseis, causando 6 pontos de dano contra a lateral direita do killer kart, e logo em seguida é atindido por uma rajada de metralhadora disparada por Blodia!
Porém, o disparo de metralhadora do killer kart causou menos dano do que o esperado e a armadura dianteira do shrimp resistiu à justa! Então Blodia viu sua vantagem desaparecer rapidamente, quando Arkanone passou por ele na direção contrária, o killer kart se viu sob a mira do lançador de foguete pesado instalado na traseira do shrimp!
Blodia pisou no acelerador! Para buscar sair da posição perigosa emque se enfiara, mas a maior velocidade do shrimp não permitiu que saísse da arapuca armada por Arkanone! A lateral direita do killer kart foi atingida em cheio pelo foguete pesado, sofrendo 14 pontos de dano!
RESUMO
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CONSIDERAÇÕES
Diferente da experiência anterior (que relatei neste blogpost aqui), onde usei a edição clássica de Car Wars, desta vez eu resolvi experimentar a versão da regras apresentada na 5ª edição do jogo, notoriamente reconhecida por aplicar uma série de mudanças não apenas ja jogabilidade, mas também na apresentação.
Além de contar com figuras em maior escala (1:60, direfernte da 1:180 do jogo original) e regras mais enxutas (ao custo da customização), Car Wars 5e foi publicado através de um conjunto inicial de módulos em formato revista, que apresentava as regras básicas e dois veículos prontos para jogar, além de diversos marcadores (counters) e régua de manobras, para destacar.
Essa versão do jogo costuma ser ignorada pelos fãs, mas devo dizer que esse meu primeiro contato prático com as regras foram bem interessantes. O conjunto como um todo me parece bem mais amigável para apresentar Car Wars a novos jogadores!
Pretendo continuar jogando e testando os dois conjuntos de regras (Classic e 5e), tanto pela para encontrar qual me apetece mais quanto porque os dois jogos parecem brilhar de maneira independente: a edição clássica para campanhas e customização de veículos, enquanto a quinta edição é mais atrativa para partidas pontuais e apresentação para iniciantes.
No mais, por enquanto, é isso.
Bons ventos. Dirija ofensivamente!
MWXS
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Com a minha fase atual de hiper foco em Car Wars, fui dar uma segunda chance ao videogame Darkwind.
Eu havia conhecido DW há uns anos, mas na não consegui fazer muita coisa... Além de não entender a mecânica do jogo, meu inglês também não era nenhuma brastemp na época.
Um sistema de corrida/combate veícular tático por turnos pode parecer estranho, afinal, para um jogo com essa proposta se espera velocidade! Mas entendendo a proposta do jogo dá para ajustar as expectativas e criar interesse para explorar mais!
Resumo da ópera: Darkwind é um videogame para véio paia wargamer cracudo. Jogarei mais!
Bons ventos.
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Hollywood parece que não sabe mais contar uma história completa em um episódio de série...
Bode começa o primeiro episódio já querendo farmar hype para a temporada seguinte!
MWXS>>>
Saudações joviais, 3d6 leitores!
Já há alguns meses eu tenho dado atenção à jogos de mesa baseados em corridas de carros e duelos automotivos... Além de ter buscado conhecer mais sobre o clássico jogo da Steve Jackson Games Car Wars, procurei abordagens mais atuais, como o prestigiado Gaslands.
Aqueles que acompanham o blog sabem o quanto eu gosto de textos no formato diários de campanha, o que na gringa pode possuir vários nomes, como accutal play, replays, session report, gameplay, etc, dependendo de para quem você pergunte e do jogo ao qual se refere.
Enfim, inspirado em produções como as dos canais Wastelands Raceway e 3Dbotmaker, além da minha sincera vontade de construir uma comunidade local de jogo (oxalá!), pensei em desenvolver uma série de vídeos animados em stop-motion simulando uma transmissão de corrida.
Segue então meu primeiro teste nesta empreitada: fiz um vídeo para pegar a noção de como funcionam o sistema de regras de Car Wars e o aplicativo (Stop Motion Studio) para capturar e animar as imagens. A ideia é pegar XP para produzir vídeos ilustrados e sonorizados, simulando a transmissão da temporada de uma federação esportiva.
Compartilhei esse primeiro teste no link adiante:
Estou bastante animado com a brincadeira e espero encontrar jogadores que topem entrar na competição! Alô, Grande Belém!
No mais, vamos ver o que as curvas adiante reservam!
Bons ventos!MWXS
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Estou preparando um novo conjunto de grades de batalha, reunindo documentos com diversos tamanhos de página (A4, A3, A2, etc) e unidades (quadrados de 2,5 x 2,5 cm, 2 x 2 cm, hexágonos, etc). São ferramentas úteis para usar em combate tático, hexcrawl, criação de masmorras e teste para criadores de jogos.
Uma opção interessante é a de plastificar a folha, assim a superfície pode ser marcada com canetas (de preferência, as usadas em quadro branco, mais práticas para apagar) de acordo com a necessidade da partida.
Além das grades mais utilizadas (quadrados ou hexágonos com 2,5 x 2,5 cm para combate tático com miniaturas) estou adicionando alterenativas como grades de 0,5 x 0,5 cm (voltados para criação e exploração de masmorra), 2 x 2 cm (melhores para criação de regiões e hexcrawl) e 3 x 3 cm (podem ser usados com as peças de futebol de botão, por exemplo) para oferecer uma variedade para atiçar a curiosidade e a criatividade para seus usos.
Grades de Batalha pode ser acessado através da minha página na plataforma Itch.io disponível neste link aqui!
Bons ventos!
MWXS
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"Não dá para a indústria continuar financiando promessas ao invés de produtos"
Conhecem essa conjectura de mercado em outro lugar da nerdsfera?
BLODIA
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